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EDIÇÃO DO AUTOR

Plataforma digital de divulgação de obras literárias

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FORAL NOVO de GARVÃO

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FORAL NOVO de  GARVÃO - 1512

Pela emissão do Foral-Novo de Garvão, em 1 de Julho de 1512, o rei D. Manuel I reformou o Foral-Velho desta vila, outorgado em Fevereiro de 1267.

Com a reforma dos forais-velhos, o rei D. Manuel procurava acabar com os particularismos locais e uniformizar estes documentos fundacionais da maioria dos concelhos portugueses, tanto em termos de lei geral para com o reino, como na atualização dos impostos e contribuições a suportar pelos concelhos.

Os Forais-Velhos foram outorgados numa altura de reconquista territorial aos Muçulmanos e, de consolidação do reino. Eram cartas de garantia e deveres outorgadas entre as comunidades e o rei, ou por entidades autorizadas para tal.

A reforma manuelina dos Forais ou Forais de leitura nova, se por um lado não deixa de ser um longo processo de reivindicação municipal iniciado durante o reinado dos seus antecessores, por outro, com a redação dos forais novos, D. Manuel reforçou o poder régio, ao submeter à coroa e à lei geral do reino, a maior parte das matérias administrativas concelhias, que anteriormente estavam previstas nos Forais-Velhos.

Igualmente, para um efetivo cumprimento das obrigações foraleiras e modernização das instituições do país, D. Manuel promulga legislação no sentido de uma unificação dos dinheiros, pesos e medidas até aí desigual e variável entre os vários lugares do reino.

 

Ficha Técnica

AutorJosé Pereira Malveiro
TítuloFORAL NOVO de GARVÃO
Data da PublicaçãoOutubro de 2020
ISBN978-989-20-2929-0
Depósito Legal340830/12
IdiomaPortuguês
Formato 21 cm X 24 cm
Tipo de encadernação     Capa mole - colado
N.º de páginas184 - Cores
PREÇO €10 + Portes

 

SUL e SUESTE

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SUL e SUESTE - Crónicas de Alem Tejo

          Em 1940 Joaquim da Costa, natural de Garvão, publicou através das oficinas da Gazeta do Sul no Montijo, o livro “SUL e SUESTE- Prosas de Além-Tejo”.
           Joaquim da Costa era natural de Garvão, irmão de José Júlio da Costa que matou o presidente da república Sidónio Pais em 14 de dezembro de 1918 e de Celestino da Costa, primeiro presidente da Junta de Freguesia de Garvão depois do 25 de Abril de 1974.
            Este livro, apesar de tratar essencialmente de lugares e famílias de Garvão, passa despercebido hoje em dia, com um total desconhecimento sobre este nosso conterrâneo e a sua obra, contudo trata-se de uma série de crónicas, que nos brindou, relativas a esta parte do Alentejo em geral e a Garvão em particular, nos vários contos e novelas deste livro, fruto da sua infância e da sua memória.
            Era livro obrigatório de leitura, nas casas dos lavradores da região, era guardado religiosamente. Ainda nos anos setenta do século XX havia lavradores que embrulhado em pano, o conservavam na arca juntamente com outros pertences mais valiosos.
            Devia de ter sido livro de leitura nas longas noites de Inverno, entre outras histórias, contadas de geração em geração para delícia de miúdos e graúdos nos serões em volta do lume debaixo do chupão.
          Esta edição, não só vai homenagear este nosso conterrâneo, como dignifica a vila de Garvão e é um contributo para a sua valorização, porque como diz o ditado "um povo sem memória é um povo sem futuro".
           Pretende-se assim reeditar esta obra, cujo contributo para a memória e história das gentes de Garvão, é demasiado valioso para que fique esquecido e ignorado nas prateleiras incógnitas da história.

 

Ficha Técnica

AutorJosé Pereira Malveiro
TítuloSUL e SUESTE
Data da PublicaçãoMarço de 2020
ISBN978-989-20-7301-9
Depósito Legal468592/20
IdiomaPortuguês
Formato A5 - 14.8 cm X 21 cm
Tipo de encadernação     Capa mole - colado
N.º de páginas192
PREÇO €10 + Portes

JOSÉ JÚLIO DA COSTA

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José Júlio da Costa, O Famigerado Herói do Crime Grande da Estação do Rocio.

 

          Fez, em 14 de Dezembro de 2018, cem anos, sobre o acto cometido por José júlio da Costa, natural de Garvão, que vitimou o presidente da República Sidónio Pais.

          Falar do homem que matou um presidente da República não é fácil porque já foi quase tudo dito, ou pelo menos: onde nasceu e quando morreu, nome dos pais, nome da esposa, porque cometeu o atentado, (segundo as várias versões), com quem jantou, com quem falou, onde dormiu, que pistola tinha e pouco mais se adianta, como se um atentado desta natureza pouco mais tivesse de interesse.

            Contudo a questão é muito mais complexa do que isso.

            A história de José Júlio da Costa é uma história empolgante cheia de mistérios e enredos, de fugas, cabalas e maquinações que subverteram o estado de direito e o remeteram a uma prisão eterna sem julgamento.

          Não faltam as conspirações políticas na história de José Júlio da Costa, nem os enredos policiais, nem as conjuras e intrigas político-partidárias, não foram só os acontecimentos do Vale de Santiago, pela Greve Geral que o comprometeram politicamente, não foi só a traição à sua República por Sidónio Pais, não foram só os arruaceiros de rua dos Democráticos que o empurraram a cometer o atentado, foram também os investigadores policiais que não prosseguiram com as devidas investigações, foi também o médico prisional, António José Furtado de Mendonça Boavida, que forjou um boletim clinico, foi também um procurador da República, Pais Rovisco, que o internou num hospital de malucos e o subtraiu ao julgamento. 

          José júlio da Costa, não era louco nem morreu esquizofrénico.

          O estado de loucura interessava a muita gente e muita gente pactuou com esta cabala que o impedia de ter um julgamento justo e imparcial.

          Afinal o que sabia e o seu depoimento em tribunal iria comprometer muita gente. Uns, os cabecilhas do reboliço da primeira república, enchiam agora a Assembleia Nacional do Estado Novo, outros, os arruaceiros de rua ao serviço dos partidos, preenchiam agora as vagas na nova policia politica.

           Afinal a sua prisão logo no início da ditadura não foi por mero acaso. TAGS: O assassino de Sidónio Pais. A morte de Sidónio Pais, Quem matou Sidónio Pais. O homem que matou Sidónio Pais.

Ficha Técnica

AutorJosé Pereira Malveiro
TítuloJosé Júlio da Costa
Data da PublicaçãoDezembro de 2018
ISBN978-989-601-789-0
Depósito Legal447578/18
IdiomaPortuguês
Formato A5
Tipo de encadernação     Capa mole - colado
N.º de páginas248
PREÇO €10 + Portes

GARVÃO Herança Histórica

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  GARVÃO Herança Histórica

          Este livro é essencialmente uma monografia sobre a vila de Garvão, mas também um alerta para as precárias condições do património da freguesia, antigo concelho extinto em 1836: sobre a necessidade de salvaguardar e divulgar a sua história; tentar consciencializar a população para a sua riqueza arqueológica e histórica e sensibilizar as pessoas para a necessidade de protecção do seu património, como factor de desenvolvimento local e á sua medida contribuir para a criação de empregos e travar o despovoamento progressivo da vila.

          Nesse sentido mostrou-se alternativas e apontou-se os factores mestres de um projecto de desenvolvimento local:

          - O Deposito Votivo e todos os monumentos pré-históricos que circundam a vila, criando oportunidades para a criação de roteiros arqueológicos, históricos e por assim dizer também etnográficos e ecológicos, criando oportunidades para a salvaguarda dos lugares históricos, do castelo, criação de exposições arqueológicas e etnográficas e, não esquecendo a sua história ferroviária o devido reconhecimento em que se ressalva a luta sindicalista dos trabalhadores ferroviários, não esquecendo igualmente o artesanato voltado para a olaria, cestaria, gastronomia, etc.

          - O Concelho Medieval com todo o seu envolvimento nos Paços do Concelho, no Pelourinho, no Serro da Forca, nas Irmandades e Misericórdia, nas Igrejas e nos forais.

          - A Feira tradicional, não só, mas igualmente outras exibições anuais focadas nas variedades de Vacas Garvanesas, no porco alentejano, mostra de queijos, enchidos e outros produtos locais como o mel, o medronho, o vinho devidamente intercaladas e realizadas durante o ano.

          - Vacas Garvanesas. Património genético ligado á vila de Garvão e á sua feira anual. A criação de um núcleo destas vacas nos terrenos da freguesia ou camarário iria, sem dúvida, incrementar o seu estudo e divulgação com a vinda de tecnicos e outros interessados á vila.

          - A Dança como factor festivo anual promovendo encontros internacionais em que se realça a tradição Celta e Europeia e igualmente a herança Moura e Judia, não só como forma de atrair visitantes á vila, mas igualmente para criar novas oportunidades que se possam abrir aos jovens da terra.

          - José Júlio da Costa. Se as Antas e outros monumentos pré-históricos em torno da vila coloca-nos nos princípios da civilização e o Concelho coloca-nos nos alvores da nacionalidade e na idade média, José Júlio da Costa leva-nos para o republicanismo, para o século XX, não só com a morte dum presidente da república mas inclusivamente para a consciencialização das miseráveis condições de vida dos trabalhadores rurais alentejanos e as subsequentes lutas pela posse da terra que se manifestaram, no Alentejo, esporadicamente durante o século XX.

              Neste livro, foram abertos novos caminhos de investigação, contudo longe de ser conclusivo, deve ser entendido como mais um contributo a outros estudos, melhor elaborados e fundamentados, a ser necessário efetuar sobre a história da vila de Garvão.

 

Ficha Técnica

TítuloGARVÃO - Herança Histórica
AutorJosé Pereira Malveiro
Depósito Legal1111
Data da Publicação2003
IdiomaPortuguês
Formato210 mm X 230 mm
Tipo de encardenaçãoCapa mole - Colado
Nº de páginas177 - Cores
PREÇO€10 + Portes